Nova Zelândia




Prezados Senhores!!!

É com grande satisfação que apresento algumas fotos e algumas considerações sobre a Viagem que Netinha e eu fizemos à Oceania, no período de 08 a 27/10/2018!

Quero convidá-los a sentir a mesma emoção que Netinha e eu sentimos. E, para isso, a leitura dessa página desse pequeno "micro-site" será ao som da belíssima Canção Tradicional intitulada "Po Karekare Ana", interpretada pela excelente Soprano Neo Zelandesa Kiri Te Kanawa, acompanhada pelo Maori Music Group e Abbey Road Ensemble!!!

Trata-se de uma linda Canção de Amor escrita por um Soldado com saudades de casa, quando ele servia no Batalhão Maori, durante a primeira guerra mundial... Com certeza, o Lar e seus entes queridos imediatamente tocam os Neo Zelandeses, que consideram essa Melodia como sendo o Segundo Hino Nacional da Nova Zelândia...

Segue a letra em Maori, com uma "tradução aproximada" em Português:

Pokarekare ana nga wai o Waipuru
Whuti atu koe, e hine, marino ana e
E hine e, hoki mai ra
Ka mate ahau i te aroha e
Tuhituhi taku reta, tuku atu taku ringi
Kia kite to iwi, raruraru ana e
E kore te aroha e maroke i te ra
Makuku tonu i aku roimata e
Whatiwhati taku pene, kua pau aku pepa
Ko taku aroha mau tonu ana e

As águas de Waibad são agradáveis
Sinta-se livre, senhora, calma
Menina, volte
Me desculpe por isso
Escrevendo minha carta, envie meu slide
Deixe seu povo ver e se preocupe
O amor não murcha no sol
Meus olhos estão molhados de lágrimas
Quebre minha caneta, eu perdi meus papéis
Meu amor é para sempre


Caso não ouçam o Fundo Musical, pode ser uma "limitação" do navegador, já que o Google Chrome não reproduz som. Nesse caso, sugiro que acessem o site pelo Mozilla Firefox ou então pelo Internet Explorer.

Ou, caso prefiram, cliquem aqui e ouçam o fundo musical numa janela à parte, podendo até efetuar o download desse Arquivo Musical!

Embarquem conosco nessa interessantíssima Viagem e venham viver essa emoção nesses dois países interessantíssimos!!!

Essa nossa Viagem teve início a partir de São Paulo-SP, no Aeroporto de Guarulhos-SP (Cumbica), no Vôo LA-9462 da LATAM, às 13:45 do dia 08/10/2018, rumo a Santiago do Chile, onde chegamos por volta das 17:30, após um Vôo com menos de 4 horas de duração. Santiago estava com a mesma hora de São Paulo-SP, pois o Horário de Verão já havia tido início no Chile, enquanto que o Brasil ainda estava no horário normal.

Após uma noite em Santiago, fizemos um City-Tour (no nosso caso, Netinha e eu revimos Santiago, já que foi a terceira vez que estivemos na Capital Chilena) e, na noite de 09/10/2018, seguimos para o aeroporto para embarcarmos no Vôo QF 332 (da Qantas, com Aeronave da LATAM, num Code Share), que saiu a 00:10 de 10/10/2018, rumo a Auckland, na Nova Zelândia, onde chegamos por volta das 05:00 da manhã de 11/10/2018!!!

Após esse Vôo Transpolar, com mais de 13 horas de duração, chegamos a Auckland com fuso horário de 16 horas a mais em relação a Brasília-DF, já que a Nova Zelândia já estava no Horário de Verão, enquanto que o mesmo ainda não tinha tido início no Brasil. Desse modo, também podemos dizer que o dia 10/10/2018 foi exclusivo para esse Vôo, já que, somando-se as 13 horas de Vôo mais o fuso horário de 16 horas, o total fica em 29 horas... Cruzamos, portanto, a Linha Internacional da Mudança da Data, que fica junto à Longitude de 180º, diametralmente oposta ao Meridiano de Greenwich!!!

Viajamos pela Empresa Queensberry, no Roteiro Nova Zelândia e Austrália Completa!!!

Nossa Agência de Viagens foi a excelente Boralá Turismo, com nossa Agente de Viagens que foi mais uma vez a experiente Nanci de Fátima Siqueira, de quem somos clintes desde 1989!

E, conforme já citei, após o Vôo Transpolar, chegamos a Audkland, no Norte da Nova Zelândia, no amanhecer do dia 11/10/2018, às 05:00 da manhã!!! Eram ainda 13:00, do dia anterior (10/10/2018) em São Paulo-SP e Brasília-DF!!!

Os dois mapas abaixo ilustram a rota transpolar do nosso Vôo de Santiago para Auckland e o mapa da Nova Zelândia, com a Ilha do Norte e a Ilha do Sul. Observe que Auckland fica bem ao Norte desse lindo país!!!



Clique no mapa abaixo para ver o mesmo com mais detalhes no Google Maps.



Kia Ora!!!

No idioma nativo Maori, dos Aborígens de origem Polinésia: Seja Bem Vindo!!! Bem Vindo à Nova Zelândia (Aotearoa)!!!

O tempo é bastante instável nessa Região da Nova Zelândia e, desse modo, apesar de termos visto um belo Sol Nascente, no caminho do aeroporto para o hotel, tivemos bastante chuva nos dias 11 e 12/10/2018... No entanto, "não podemos reclamar", já que o tempo bom predominou em todas as demais escalas dessa Viagem!!!



Após uma caminhada a pé nas cercanias do hotel e no Waterfront, fizemos o city tour em Auckland na tarde do mesmo dia 11/10/2018.

Revitalizado recentemente, o Waterfront é o Porto de Auckland que, além de navios, ferryboats e marinas, possui enorme diversidade de bares, restaurantes e similares, com bastante agitação diurna e também noturna!!!





Querem uma carona?



Visitamos também o Michael Joseph Savage Memorial, belíssimo parque que homenageia o Estadista nascido na Austrália, que serviu como o 23º Primeiro Ministro da Nova Zelândia, e que governou desde o dia 06/12/1935 até o seu falecimento.

Michael Joseph Savage nasceu no dia 23/03/1872 e faleceu no dia 27/03/1940.







Visitamos também o Aquário Kelly Tarlton' s Antartic Encounter, onde tivemos um contato com a riquíssima fauna marinha da Nova Zelândia e também do Polo Sul!!!





E também algumas fotos "trabalhadas", daquelas que são tiradas na própria atração turística:







Uma "imagem em movimento", nesse caso, vale muito mais, não é mesmo?

Clique aqui e veja a graciosidade dos Pingüins, numa filmagem feita pela minha Esposa (a Netinha)!!!

E, na mesma tarde de 11/10/2018, Netinha e eu visitamos também o Museu Memorial da Guerra de Auckland, com riquíssimo Acervo que nos conta a História da Nova Zelândia e dos Povos Nativos, os Maoris!!!





Nas duas fotos abaixo, a Waka, que é uma embarcação a remo dos Guerreiros Maoris:



Um detalhe da parte traseira, a popa, da Waka:



O Kiwi, ave típica na Nova Zelândia. Repare no tamanho do ovo, que é apenas um pouquinho menor do que o ovo da avestruz!!!



E, no dia seguinte, 12/10/2018, Netinha e eu pegamos um Ferryboat e fomos a Devonport, trajeto esse que nos fez lembrar (guardadas as devidas proporções) o trajeto entre Rio de Janeiro-RJ e Niterói-RJ, já que o deslocamento entre uma cidade e outra pode ser feito tanto por embarcação como também de carro ou ônibus pela ponte.

Nesse dia, durante o passeio em Devonport, o tempo mudou seis vezes, alternando chuva forte com vento e períodos de melhoria nos quais o sol até aparecia "modestamente"... As quatro estações várias vezes durante o mesmo dia...

Na foto abaixo, a ponte que liga Auckland a Devonport, num momento em que estava bastante nublado:



O guarda-chuva foi fundamental para esse dia!!! Mesmo assim, quando vinha a chuva, com vento, era dificílimo segurar o mesmo aberto...





No alto de Maungauika, North Head, vista panorâmica de Auckland:









Retornamos então de Devonport para Audkland e subimos na Sky Tower, construída na década de 1990. Com 328 metros de altura, a Sky Tower constitui a estrutura mais alta do Hemisfério Sul!





A Auckland Harbour Bridge, cuja construção foi concluída em Abril de 1959, e que liga Auckland a Devonport:



Conforme havia comentado antes, o tempo costuma ser realmente instável em Auckland e Região. As vistas do alto da Sky Tower também alternaram momentos de chuva e de sol "modesto"... Desse modo, foi possível até mesmo fotografar um arco-iris. Reparem nessas duas fotos, com a mesma vista, com diferenças de alguns minutos:





As próximas 3 fotos são daquelas "trabalhadas", que são tiradas na própria atração turística:







Vai um cafezinho?



No dia seguinte, 13/10/2018, "cortamos o estradão", de ônibus de turismo, rumo a Rotorua. Antes, porém, demos uma paradinha em Waitomo, onde visitamos a Waitomo Glowworm Caves, que são cavernas onde fizemos um passeio de barco por um rio subterrâneo, vislumbrando um espetáculo diferente de tudo o que já havíamos conhecido até então: nas paredes das cavernas, "larvas luminosas" de insetos da região, proporcionando um espetáculo único!!! Que tipo de "luz" é essa, não sei explicar... Acredito que seja o mesmo sistema que faz o vagalume ser luminoso e facilmente visível no escuro, quando voa!!!

Clique no mapa abaixo para ver o mesmo com mais detalhes no Google Maps.



De fato, de acordo com o site supra citado, "... O pirilampo, Arachnocampa luminosa, é único na Nova Zelândia. Milhares dessas minúsculas criaturas irradiam sua inconfundível luz luminescente, enquanto nossos guias especializados fornecem comentários informativos sobre o significado histórico e geológico das Cavernas... ".





Pegamos esse barquinho e navegamos por uns 15 minutos na escuridão do rio subterrâneo e a visão foi sui-generis!!! O passeio é "meditativo", tudo silencioso, só contemplação. Por outro lado, fotos e filmagens são proibidas, de modo que, só acessando o site, no link logo acima, é que é possível ter uma idéia de como é por dentro a visão das larvas luminosas...



A foto abaixo, oriunda do site citado logo acima, nos dá uma idéia do que se vê no interior das Waitomo Glowworm Caves:



Prosseguimos, "cortando o estradão", rumo a Rotorua!

No caminho, paramos para almoçar no Roselands Restaurant, ainda na cidade de Waitomo, e com belíssima paisagem no entorno, tal qual um Hotel Fazenda, que nos fez lembrar de cidades do quilate de Campos do Jordão-SP e Gramado-RS!!!









E chegamos à graciosa e ensolarada Rotorua!!! Condição climática do jeitinho que Netinha e eu gostamos: sol, céu azul ("céu de Brigadeiro"), calor ameno no sol e "friozinho" na sombra, sem chuva!!! Que diferença da condição climática de Auckland...



O belíssimo Lago Rotorua, que possui o mesmo nome da cidade, foi a nossa primeira parada nesse lugar tão gracioso!!! Sol e friozinho... Típico de uma "primavera montanhesa" como em Gramado-RS, Canela-RS, Campos do Jordão-SP e Vila MonteVerde-MG!!!



Vejam o hidroavião que faz vôos panorâmicos na região:



Na mesma noite de 13/10/2018, assistimos a um interessante Show Folclórico com Danças Guerreiras Maoris, com um Jantar Típico Hangi.





Ao final da apresentação, tiramos fotos com os integrantes do Grupo Musical. Os Guerreiros "mostrando a língua" têm significado, pois, numa batalha, as "tribos" Maoris chegavam dessa maneira ao combate e diziam que, além de matar, devorariam o inimigo, já que eram tribos canibais... Fica o "inevitável aspecto cômico", embora histórico, dos Guerreiros Maoris...



E o nosso Grupo de Brasileiros (GBM) da Queesnberry. Em primeiro plano, à esquerda, de blusa cinza, o nosso excelente Guia Turístico Clovis Bittar:



Clique aqui e veja e ouça um trechinho desse Show Folclórico Maori. Repare também no malabarismo!!!

Seguimos no dia seguinte, 14/10/2018, para o Te Puia Geothermal Reserve, com piscinas de águas transparentes e escaldantes, poços de lama fervente e geysers!!!

Na visita a esse parque tivemos uma visão muito interessante da atividade vulcânica existente no sub-solo de Rotorua. São comuns diversos pontos dessa cidade onde observamos fumaças de vapor de água que saem constantemente de diversos buracos no solo, a exemplo de Beppu, no Japão, local que Netinha e eu visitamos em 2007!!!





Vejam o nome da Dança Guerreira, no idioma nativo Maori:



Vejam as fontes termais e os Geysers:

















Seguimos então, no mesmo dia 14/10/2018, para o Aeroporto de Rotorua, de onde voamos para Queenstown, com conexão em Christchurch. Nas três fotos abaixo, o Avião Turbo-Hélice ATR-72 da Air New Zealand:







Clique nos mapas abaixo, para ver os mesmos com mais detalhes, no Google Maps.





O mais lindo da Nova Zelândia ainda não havíamos visto, até então!!! Queenstown é realmente uma cidade pequena e bastante graciosa, com belíssimos lagos, cercadas por belíssimas montanhas cobertas de neve!!! Se me mostrassem fotos ou cartões postais de Queenstown e me dissessem que era a Suíça, a Noruega ou o Canadá, eu teria acreditado!!!

Na foto abaixo, o "quintal" do Novotel Queenstown Lakeside, onde Netinha e eu nos hospedamos:



Com apenas 8.705 km2, Queenstown se localiza na Ilha do Sul, às margens do Lago Wakatipu, belíssimo e cristalino, cercado de montanhas, com gelo no topo. Poucos carros e várias ruas para pedestres (calçadões) lotadas de lojas de "bugineer' s" (bugigangas e souvenir' s), além de inúmeros bares, restaurantes e similares, fizeram de nossa estadia em Queenstown um dos momentos mais inesquecíveis dessa fascinante Viagem!!!

Vejam, nas próximas fotos, a graciosidade do Lago Wakatipu, as várias pessoas na praia (já que era Domingo e um "raríssimo" dia ensolarado!!!) e também os calçadões de Queensland:















Clovis Bittar, o excelente Guia Turístico da Queensberry, que esteve conosco durante toda a Viagem!!! Ao fundo, o restaurante "The Cow" ("A Vaca") num ambiente rústico bem aconchegante, tendo massas e pizzas, como "carro chefe".



O Steam Boat (Barco a Vapor) que realiza passeios de 4 horas de duração, com almoço e jantar, no Lago Wakatipu:







No dia seguinte, 15/10/2018, Netinha e eu fizemos um dos mais fascinantes passeios dessa Viagem, onde vimos lagos espelhados, montanhas nevadas, um belíssimo fiorde e também fizemos um Vôo Panorâmico!!!

Esse foi o lugar mais austral, ou seja, mais ao Sul, dessa Viagem. Bem próximo ao Paralelo 45º Sul, um pouquinho mais ao sul do que Bariloche, apenas para citar um exemplo, já que a belíssima cidade ao Sul da Argentina fica no Paralelo 41 º Sul!!!

No caminho para o Milford Sound (a Milford Road, ou Estrada de Te Anau), fizemos algumas paradas em alguns lugares "sui-generis":

O Eglinton Valley:





Mirrors Lakes (Lagos Espelhados) no Fiordland National Park, que é o maior dos 14 parques nacionais da Nova Zelândia, com área de 12.607 km2:





A placa com o nome escrito propositadamente ao contrário. Se não estiver ventando, a imagem refletida no espelho das águas fica bem nítida e "autêntica"...





Respeito à Natureza!!! A Árvore foi mantida no lugar, mesmo com a ponte de madeira passando por lá...



The Chasm Walk, com suas belíssimas cachoeiras:







No mesmo dia 15/10/2018, fizemos o passeio de barco pelo Fiorde Milford Sound!!!

Cavado pelo degelo da neve das montanhas e também pela ação do vento, esse fiorde é o principal ponto turístico natural da Nova Zelândia, situando-se também no segundo lugar mais pluvioso do planeta!!! "Prá nossa felicidade", o dia estava ensolarado, com "céu de Brigadeiro"!!!

















Após o passeio de barco, Netinha e eu fizemos um Vôo Panorâmico nesse Avião Cessna Monomotor da Glenorchy Air:







A paisagem deslumbrante do Fiord Milford Sound, vista do alto!!!





















Conforme já mencionei, uma "imagem em movimento", nesse caso, vale muito mais!!!

Clique aqui e veja do alto as montanhas e o Fiord Milford Sound!!!

E uma vista aérea de Queenstown, antes do pouso do Monomotor:





No dia seguinte, 16/10/2018, visitamos Arrowtown, a 21 Km de Queenstown, e que é uma cidade histórica que nos recorda o passado da corrida do ouro na região. Essa simpática cidade fica às margens do Rio Arrow.

No trajeto para Arrowtown, paramos para conhecer Kawarau Bridge, a ponte mundialmente famosa por ser o local onde teve início o Bungee Jumping.

A título de curiosidade, A. J. Hackett nasceu em 1958 em Auckland. Amante de esportes radicais, foi o criador do Bungee Jumping comercial. Ele se inspirou nos rituais de uma tribo indígena de Vanuatu, cujo ritual consistia em saltar de enormes plataformas de madeira amarrados pelas pernas por um cipó.

Em meados da década de 1980, A. J. Hackett desenvolveu um elástico dimensionado para a prática do Bungee Jumping e, em 1987 ele se jogou da Torre Eiffel em Paris, para divulgar a prática. Criou então a sua própria empresa, que iniciou suas atividades disponibilizando saltos na já mencionada Kawarau Bridge, nos arredores de Queenstown. A empresa possui uma série de bungys, não só na Nova Zelândia, mas também em outros países tais como Austrália, França, Alemanha, Estados Unidos, México e Indonésia.

Seguem algumas fotos da Kawarau Bridge:











E chegamos à graciosa Arrowtown!!!











O Rio Arrow, que banha a cidade de Arrowtown:







E, no final da manhã do mesmo dia 16/10/2018, de volta a Queenstown, Netinha e eu subimos de teleférico ao Skyline Queenstown, e almoçamos no restaurante panorâmico que fica no alto da colina, com belíssima vista da graciosa Queenstown!!!



Na mesma "gôndola" do teleférico, Netinha e eu tivemos a honra de estar com o excelente Guia Turístico Clovis Bittar, da Queensberry!!!









Vocês querem tomar um Vinho?

Essa pick-up fica em frente à "The Winery", uma loja onde podemos, não apenas adquirir bons Vinhos Neo Zelandeses, mas também degustá-los de um modo muito interessante: recebe-se uma taça e, com o preço conhecido no painel, aciona-se a torneira, escolhendo "taste" (uma amostra para degustação com 50 ml), "half", ou "full", ou seja, meia taça ou taça cheia. Tudo isso é feito com um cartão da loja e, ao final, paga-se a conta conforme a quantidade total que se tenha bebido de cada Vinho!!!



Seguimos de ônibus no dia seguinte, 17/10/2018, para Christchurch, não sem antes vislumbrarmos belíssimas paisagens pelo caminho!!!

Paramos para vislumbrar o Lago Pükaki e o Mount Cook.



Situado nos Alpes do Sul no centro da Ilha Sul, com 3.724 metros de altitude, o Mount Cook (Em Maori: Aoraki) é a mais alta montanha da Nova Zelândia.

No caminho, uma "parada técnica"... Reparem nas árvores coníferas e também nas cerejeiras:







As Ovelhas também são típicas na Nova Zelândia, sendo também o "carro-chefe" de diversos restaurantes!





O Lago Pükaki e, ao fundo, o Mount Cook:







Uma das "tradicionais" fotos com o Grupo!!! Em primeiro plano, ao lado de Netinha, nosso Guia Turístico Clovis Bittar, da Queensberry!!!



A graciosa "capelinha" é a Igreja do Bom Pastor (The Church Of The Good Shepherd). Atrás do Altar, uma janela com belíssima vista panorâmica do Lago Pükaki. No entanto, foto no interior dessa Igreja não é permitida. Mas, no site (link anterior) aparece o interior da "capelinha"!





Oriunda do site acima, uma foto da janelinha atrás do altar da Igreja do Bom Pastor:











Nas duas fotos abaixo, o Monumento ao Cachorro da raça Collie, que homenageia o companheiro indispensável dos primeiros Pastores de Ovelhas, e que ajudaram a desenvolver a região.





Chegamos então a Christchurch, no mesmo dia 17/10/2018!!!



Christchurch é a maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia e também a terceira maior cidade do país com população estimada em cerca de 376.700 habitantes. Localiza-se na Costa Leste da Ilha Sul ao Norte da Península de Banks, sendo também a Capital da Região de Canterbury.

À margens do Rio Avon, Christchurch é a mais inglesa das cidades neozelandesas. Com diversos parques, reservas e campos de golf, Christchurch é também conhecida como a Cidade Jardim!!!

Inevitável lembrança, porém, os dois fortes abalos sísmicos que ocorreram no dia 23/02/2011, de 6,3 graus na Escala Richter, e também o de 7,8 graus na Escala Richter, que aconteceu no dia 13/11/2016... Christchurch está sendo reconstruída e rotomando aos poucos a Atividade Turística. Vejam agora a seqüência de fotos em Christchurch, a começar pela Catedral, antes e depois do terremoto e, atualmente, em trabalho de Restauração...





O "gracioso" bonde circula por diversas ruas e calçadões de Christchurch, passando inclusive "por dentro do shopping"... O azul é um "Bonde Restaurante"!!!













Um "Tradicional Taxi Britânico" enfeitando a frente de um hotel!!! Querem uma carona?



No dia seguinte, 18/10/2018, fizemos um city-tour em Christchurch, começando pelo "subúrbio" de Cashmere.

Apesar de ser considerado como "subúrbio", ou seja, afastado do Centro da Cidade, o conceito é bem diferente do que conhecemos no Brasil!!! Ao contrário do nosso País, e também como acontece em diversas cidades montanhosas no Exterior, na colina de Cashmere percebemos nitidamente que "quem mora no morro são os ricos"...







Um Tempo Maçônico.·. fotografado da janela do ônibus:





O Porto de Christchurch, fotografado também da janela do ônibus.



Visitamos também o belíssimo Mona Vale Garden Park, que é um parque público com área de 4 hectares no bairro "subúrbio" de Fendalton. Património Histórico da Neva Zelândia, o Mona Vale se constitui como sendo uma das principais atrações turísticas de Christchurch!!!





































Concluído o Tour pela Nova Zelândia, seguimos então para o Aeroporto, onde embarcamos no Boeing 737-800 da Qantas, no Vôo QF-132 às 14:30, com destino a Melbourne, na Austrália, onde chegamos por volta das 15:15, lembrando que o Sul da Austrália já estava também no Horário de Verão, com duas horas a menos que a Nova Zelândia e 14 horas a mais que em Brasília-DF!!! O Vôo durou pouco menos de 4 horas.







Até breve, Christchurch!!! Até breve, Nova Zelândia!!!

A partir desse momento, na tarde de 18/10/2018, nossa Viagem teve prosseguimento na Austrália!!!








E, de volta ao Brasil, retomem o contato com a nossa Autêntica Música Caipira Raiz: cliquem no banner abaixo e visitem mais uma vez o www.boamusicaricardinho.com:





A todos, um grande abraço de Netinha e Ricardinho!!!







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